Este retorno veio de um outro amigo muito próximo e querido, com quem costumo discorrer com frequencia sobre os modelos políticos e econômicos, sobre a sociedade e filosofia e outros assuntos deste tipo:

“Eu li seu nome.
Depois li o e-mail.
Depois li seu nome mais 35 vezes para ter certeza que é você.

Não conheço nenhum outro Leo Nascimento, portanto a probabilidade de ser o tiozinho, aquele mesmo que uma vez quase saiu no braço lá na contractors por descordar e debochar de algo semelhante, é grande. Incalculavelmente maior do que a de o sr ficar rico com esse e-mail.
(…)

Mas não fico bravo. Pelo contrário. O sr aguça minha criatividade e meu poder de argumentação, fico feliz com o desafio.

Vamos lá, tiozinho:

Para que esse maquinário funcione, as regras tem que atender uma única exigência: tender ao infinito.
Explico melhor: para que o sr fique rico todas as pessoas que vem a seguir tem que realizar o ritual, e as depois deleas, e as depois, e as…bom, isto é quase auto-explicativo.

É interessante imaginar que doze reais podem magicamente transofrmar-se em 700mil, mas se isso funcionasse o cara que bolou esse troço estaria sendo condecorado pela ONU, recebendo o prêmio Nobel da paz ou excursionando com o Bono Vox pela África.

Não o vejo nas manchetes, este é o sinal de que eu e o sr precisamos para compreender que a corrente não funciona.

Uma coisa muito semelante aconteceu com o mercado de ações imobiliárias norte-americano. Claro, de forma muito mais complexa, mas que também dependia da valorização infinita do objeto proncipal de multiplicação financeira para funcionar, por isso estourou. Por isso cama-se bolha. Por isso estou sem emprego (rs).

Portanto, encerro desculpando-me, pois não darei continuidade.

Uma rápida consulta ao google traz um relato interessante de uma dessas atividades:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/11/081113_colombia_golpe_dg.shtml

Chega a ser cômico o desfecho, olha só um trecho extraído da matéria do link acima:

“Os donos de uma empresa ligada aos golpes desapareceram e deixaram um bilhete na porta da financeira debochando dos clientes que foram enganados.

“Agora, por terem sido burros e acreditado em magia negra, vocês vão ter de trabalhar muito mais para recuperar o dinheiro que nos deram”, dizia o recado. “

Além das desculpas, cabe um alerta: a prática é entendida pela legislação como crime:

http://www.portaldigidesign.com.br/forum/index.php?act=ST&f=32&t=2857

(…)

Abraço!”

Este é muito bom pois recorda uma situação onde, publicamente, difamei um colega de trabalho por conta de uma email exatamente como este, veio muito a calhar e será comentado mais adiante.

Grato pelo retorno meu amigo!!!

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Sobre Léo Nascimento

um caminhante

Uma resposta »

  1. Tripaseca disse:

    Cara, eu fiquei um tempo sem ler meus e-mails. Por sorte, quando li o dessa corrente, as respostas já vinham logo no e-mail seguinte. Caso contrário, teria a mesma reação do amigo em questão…rs.Na boa…ainda fico imaginando você fazendo os depósitos! rsAbraços meu velho!

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