Em geral é traduzido como não-violencia e definido como a prática de não ferir os outros ou a si próprio de maneira física, verbal ou mental.

Sua prática é instruída no verso 34 e seu efeito é proposto no verso 35 do capitulo 2 do Yoga Sutra. A principal técnica apresentada é evocar o pensamento oposto ao de natureza violenta no momento que este se apresenta.

A função prática de ahimsa se dá no momento em que a sua prática proporciona a possibilidade de a mente manter-se livre de gerar contraposições com relação aos pensamentos que são captados por ela, por um condicionamento adquirido como o preconceito, por exemplo. Livre deste tipo de condicionamento, a mente sem sua função comparativa não se perturba, não atua no sentido de criticar ou barrar situações que, porventura, surjam durante a atitude meditativa.

Nesse sentido, veremos adiante a importância que o sentimento de satya tem na prática de ahimsa, pois, reconhecer sinceramente uma flutuação no estado mental é primordial para se processar uma atitude de desidentificação com esta flutuação e manter a serenidade.

Violência é a pandemia que assola a humanidade, ela geralmente é velada e quase nunca se manifesta exteriormente, quando o faz costuma ser dolorosa para muitos, do meu ponto de vista é a dissipação da energia que flui pela ação do ego da mesma forma que o calor é a dissipação de energia pela eletricidade que passa por um fio.

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Sobre Léo Nascimento

um caminhante

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