Depois de um certo dia,

as entrelinhas viraram as linhas,

o que era linha perdeu o sentido,

o que era fluxo virou ciclo

e um novo fluxo surgiu do nada.

Água, muita água,

e terra também!!!

Um verde vivo no meio da mata,

e na borda,

vozes,

minhas vozes,

todas elas,

… todas.

E, numa outra coisa que não era o tempo,

surgiram coisas que não eram espaços,

numa dança curva que soprava formas,

que viajam,

na eternidade,

e se chocavam contra um um céu de luz,

e escrevia todas estas palavras.

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Sobre Léo Nascimento

um caminhante

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